Pois, eu sei, queremos é tricotar roupas + cachecóis + golas e luvas – amostras para quê?
Embora não pareça tricotar a amostra pode fazer toda a diferença. Sim, toda a diferença entre a camisola servir ou não, entre o casaco apertar ou não… Mas deixem-me ser franca: nos projectos em que as dimensões não são assim tão importantes (como cachecois, golas, etc) eu não faço amostras! Pronto, já disse, não faço e prontos, hunf! 
Não me importo se a gola fica com mais 2 cm…e normalmente, o comprimento “vai a olhómetro” 🙂

Mas, nas roupinhas de bébé a conversa é outra. Nestas peças a diferença de 2 cm, corresponde à diferença entre tamanhos (por exemplo entre 3 ou 6 meses) e, por isso, as amostras são importantíssimas e não dispenso! Mas já tenho umas caixa cheia de amostras com as lãs de bébé que gosto de utilizar e já nem tenho de fazer contas – vejo qual corresponde, pego nas agulhas certas e “lá vou eu”.

Mas afinal, como faço as amostras e como conto os pontos





Mesmo com amostras, o tricot é muito emocional. Aconteceu-me estar a fazer umas baleias em crochet e, numa noite que estava “uma pilha de nervos” com uma serie de acontecimentos que não interessam agora, mas estava tão nervosa+irritada – fiz os pontos tão apertados – que no final a baleia ficou com menos 3 cm que as outras! 

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